{"id":1338,"date":"2018-05-29T13:03:26","date_gmt":"2018-05-29T13:03:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/?page_id=1338"},"modified":"2023-11-07T23:36:49","modified_gmt":"2023-11-07T23:36:49","slug":"acoes-de-monitorizacao","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/acoes-de-monitorizacao\/","title":{"rendered":"A\u00e7\u00f5es de Monitoriza\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<h4><span style=\"color: #808000;\">RESULTADOS DO IMPACTO NA ESTRUTURA DA VEGETA\u00c7\u00c3O (A\u00e7\u00e3o D1)<\/span><\/h4>\n<h5><span style=\"color: #800080;\">\u00c1REAS COM HABITAT 5230* E \u00c1REAS DE INCREMENTO DESTE HABITAT<\/span><\/h5>\n<div id=\"attachment_15865\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/C1_3.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-15865\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-15865\" src=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/C1_3-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/C1_3-300x169.jpg 300w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/C1_3-1024x576.jpg 1024w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/C1_3-768x432.jpg 768w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/C1_3-1536x864.jpg 1536w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/C1_3-1370x771.jpg 1370w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/C1_3.jpg 2000w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-15865\" class=\"wp-caption-text\">Clique nas inmagens para ampliar<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_15964\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/D1.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-15964\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-15964\" src=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/D1-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/D1-300x169.jpg 300w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/D1-1024x576.jpg 1024w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/D1-768x432.jpg 768w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/D1-1536x864.jpg 1536w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/D1-1370x771.jpg 1370w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/D1.jpg 2000w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-15964\" class=\"wp-caption-text\">Clique nas fotografias para ampliar<\/p><\/div>\n<div id=\"attachment_15967\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/solos.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-15967\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-15967 size-medium\" src=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/solos-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" srcset=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/solos-300x169.jpg 300w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/solos-1024x576.jpg 1024w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/solos-768x432.jpg 768w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/solos-1536x864.jpg 1536w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/solos-1370x771.jpg 1370w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/solos.jpg 2000w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-15967\" class=\"wp-caption-text\">Clique nas fotografias para ampliar<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Foi poss\u00edvel melhorar a estrutura do habitat 5230* favorecendo a cobertura das suas plantas caracter\u00edsticas em detrimento de outras cuja presen\u00e7a neste habitat n\u00e3o \u00e9 significativa em situa\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis. A defini\u00e7\u00e3o da lista de esp\u00e9cies caracter\u00edsticas do habitat (esp\u00e9cies a manter e plantar) e das esp\u00e9cies heli\u00f3filas (esp\u00e9cies a remover) foi feita numa fase inicial do Projeto e teve por base os estudos existentes sobre a composi\u00e7\u00e3o flor\u00edstica das comunidades que integram o habitat 5230* e da sua din\u00e2mica natural. Assim, os principais resultados foram:<\/p>\n<ul>\n<li>Globalmente, observou-se um incremento progressivo das esp\u00e9cies caracter\u00edsticas, embora lento, devido<br \/>\nao car\u00e1cter florestal do habitat;<\/li>\n<li>Observou-se uma diminui\u00e7\u00e3o da cobertura de esp\u00e9cies heli\u00f3filas, com a estrutura da vegeta\u00e7\u00e3o a tornar-se mais resistente aos fogos florestais. Nas \u00e1reas de habitat, estas esp\u00e9cies devem ser cortadas, pelo menos de 5 em 5 anos, at\u00e9 ao sistema fechar completamente. Nas \u00e1reas de incremento o ideal ser\u00e1 o corte ser efetuado de 3 em 3 anos;<\/li>\n<li>O azereiro tem grande capacidade de instala\u00e7\u00e3o no terreno (acima dos 70% aos 5 anos), utilizando ec\u00f3tipos locais e selecionando as suas \u00e1reas potenciais de ocorr\u00eancia. J\u00e1 no caso da adelfeira a instala\u00e7\u00e3o de novos indiv\u00edduos \u00e9 muito dif\u00edcil. O incremento do sucesso da sua instala\u00e7\u00e3o est\u00e1 dependente do bom desenvolvimento do sistema radicular das novas plantas, a sele\u00e7\u00e3o de ambientes favor\u00e1veis (voltados a N, NO e O, bastante h\u00famidos, com alguma luz, mas n\u00e3o durante as horas de maior calor) e a rega durante os primeiros anos de instala\u00e7\u00e3o. Outras esp\u00e9cies com bastante capacidade de instala\u00e7\u00e3o s\u00e3o Viburnum <em>tinus<\/em> e <em>Arbutus unedo<\/em>, pelo que devem ser esp\u00e9cies-chave na recupera\u00e7\u00e3o e incremento do habitat (tamb\u00e9m porque s\u00e3o esp\u00e9cies estruturantes). Nos territ\u00f3rios onde existe pastoreio, as planta\u00e7\u00f5es devem ser efetuadas com recurso a protetores.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #800080;\">DIMINUI\u00c7\u00c3O DAS AMEA\u00c7AS AO HABITAT 5230<\/span><\/h5>\n<p>Os principais resultados obtidos em rela\u00e7\u00e3o ao controlo de esp\u00e9cies ex\u00f3ticas invasoras e \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de bosques de folhosas para redu\u00e7\u00e3o do risco de inc\u00eandio foram:<\/p>\n<ul>\n<li>O controlo de Hakea sericea, atrav\u00e9s de corte, seguido de fogo prescrito, foi de grande efici\u00eancia. Durante os primeiros anos ap\u00f3s a interven\u00e7\u00e3o ainda se encontraram germina\u00e7\u00f5es, mas em baixo n\u00famero e facilmente remov\u00edveis;<\/li>\n<li>O controlo de <em>Acacia dealbata<\/em> atrav\u00e9s de descasque levou \u00e0 morte de todos os indiv\u00edduos adultos existentes no local. Contudo, um ano depois, observou-se grande regenera\u00e7\u00e3o vegetativa, que tem que ser cortada regularmente at\u00e9 que a planta morra. O controlo desta esp\u00e9cie na \u00e1rea de interven\u00e7\u00e3o, ter\u00e1 de ser seguido durante as pr\u00f3ximas d\u00e9cadas, como acontece noutros territ\u00f3rios;<\/li>\n<li>A planta\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies t\u00edpicas dos carvalhais locais, para a cria\u00e7\u00e3o destes bosques de folhosas, foi iniciado em ambos os territ\u00f3rios, embora o objetivo s\u00f3 venha a ser alcan\u00e7ado daqui a v\u00e1rios anos. Em Monchique a planta\u00e7\u00e3o de querc\u00edneas, incluindo <em>Quercus canariensis<\/em>, feita com ec\u00f3tipos locais e em \u00e1reas potenciais, teve um sucesso superior aos 70% (em 5 anos). Na Serra da Estrela este sucesso foi inferior, como consequ\u00eancia do pastoreio e da presen\u00e7a de javalis nestas \u00e1reas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><span style=\"color: #808000;\">RESULTADOS DO IMPACTO SOCIOECON\u00d3MICO (A\u00e7\u00e3o D2)<\/span><\/h4>\n<p>O impacte socioecon\u00f3mico que o projeto Life-Relict teve nas \u00e1reas de interven\u00e7\u00e3o foi monitorizado atrav\u00e9s de tr\u00eas componentes, sendo que os principais resultados foram:<\/p>\n<ul>\n<li>S\u00e3o \u00e1reas rurais, com baixa densidade populacional, idade avan\u00e7ada e baixa escolaridade sendo que a tend\u00eancia \u00e9 o abandono. Por\u00e9m, o investimento financeiro do projeto nestas \u00e1reas ultrapassou os 18% do<br \/>\nor\u00e7amento global. Quanto ao investimento humano salienta-se que mais de 30 mil pessoas estiveram envolvidas em atividades organizadas;<\/li>\n<li>Os utilizadores do website declararam que o seu conhecimento sobre o projeto melhorou muito como o<br \/>\nreconhecimento da import\u00e2ncia ecol\u00f3gica do habitat-alvo e que recomendariam o site;<\/li>\n<li>O conhecimento da popula\u00e7\u00e3o local sobre o projeto foi aumentando ao longo da sua vig\u00eancia, assim como<br \/>\na valora\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os do ecossistema associados ao habitat-alvo.<\/li>\n<\/ul>\n<h4><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong><span style=\"color: #808000;\">RESULTADOS DO IMPACTO NA FUN\u00c7\u00c3O DO ECOSSISTEMA (A\u00e7\u00e3o D3)<br \/>\n<\/span><\/strong><\/h4>\n<h5><span style=\"color: #800080;\">SERVI\u00c7OS DE MANUTEN\u00c7\u00c3O E REGULA\u00c7\u00c3O DO ECOSSISTEMA<\/span><\/h5>\n<ul>\n<li><span style=\"color: #000000;\">82% Redu\u00e7\u00e3o da Carga Combust\u00edvel. Os custos associados s\u00e3o inferiores aos custos dos danos causados pelos \u00faltimos inc\u00eandios ocorridos nas mesmas \u00e1reas.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">Melhoria da estrutura e fun\u00e7\u00e3o do habitat 5230*. Os t\u00e1xones que mais beneficiaram das interven\u00e7\u00f5es foram o azereiro e a adelfeira.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">Redu\u00e7\u00e3o de \u00e1reas ocupadas por plantas ex\u00f3ticas invasoras.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">Aumento de mat\u00e9ria org\u00e2nica no solo, com especial destaque aos bosques de Querc\u00edneas.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h5><span style=\"color: #800080;\">SERVI\u00c7OS DE APROVISIONAMENTO DO ECOSSISTEMA<\/span><\/h5>\n<ul>\n<li><span style=\"color: #000000;\">Aumento na produ\u00e7\u00e3o de medronho em cerca de 35mil kg, com o potencial econ\u00f3mico a passar de 5.7mil euros para 32 mil euros\/ano.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">Madeira com valor econ\u00f3mico. O valor total da madeira ao final de 80 anos pode representar um acr\u00e9scimo entre 434 a 592 mil euros.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">Incremento na produ\u00e7\u00e3o de sementes das esp\u00e9cies de plantas assocadas ao habitat-alvo superior a 231 mil quilos.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<h5><span style=\"color: #800080;\">SERVI\u00c7OS CULTURAIS DO ECOSSISTEMA<\/span><\/h5>\n<ul>\n<li><span style=\"color: #000000;\">Turistas portugueses com mais disponibilidade a pagar pelo turismo de natureza em Monchique durante o ano de 2019 do que os estrangeiros.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">Evolu\u00e7\u00e3o no conhecimento tradicional ecol\u00f3gico das popula\u00e7\u00f5es locais sobre as esp\u00e9cies nativas, esp\u00e9cies ex\u00f3ticas invasoras, os subtipos do habitat-alvo, a sua localiza\u00e7\u00e3o, as caracter\u00edsticas e as esp\u00e9cies associadas.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">Contributo positivo para o aumento do conhecimento e compet\u00eancia para a gest\u00e3o ambiental.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">Promo\u00e7\u00e3o da coes\u00e3o social em torno do Adelfeiral, do Azereiral e dos habitats cont\u00ednuos (floresta nativa).<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">Reconhecimento do valor existencial do habitat-alvo, por parte da popula\u00e7\u00e3o local.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"color: #000000;\">O Habitat-alvo deve ser conservado para que as futuras gera\u00e7\u00f5es o possam usufruir, declarou a maioria da popula\u00e7\u00e3o local atribuindo-lhe assim um valor de op\u00e7\u00e3o.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><\/h2>\n<hr \/>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #008080;\"><strong>Para mais informa\u00e7\u00f5es sobre outras a\u00e7\u00f5es, por favor, clique nas seguintes imagens:<\/strong><\/span><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/acoes-de-conservacao\/\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-3861\" src=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/acoes-de-conservacao-1-300x236.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"236\" srcset=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/acoes-de-conservacao-1-300x236.png 300w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/acoes-de-conservacao-1.png 517w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a> <a href=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/acoes-de-sensibilizacao\/\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-3867 alignright\" src=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/acoes-de-sensibilizacao-300x216.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"216\" srcset=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/acoes-de-sensibilizacao-300x216.png 300w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/acoes-de-sensibilizacao.png 538w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>RESULTADOS DO IMPACTO NA ESTRUTURA DA VEGETA\u00c7\u00c3O (A\u00e7\u00e3o D1) \u00c1REAS COM HABITAT 5230* E \u00c1REAS DE INCREMENTO DESTE HABITAT &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Foi poss\u00edvel melhorar a estrutura do habitat 5230* favorecendo a cobertura das suas plantas caracter\u00edsticas em detrimento de outras cuja presen\u00e7a neste habitat n\u00e3o \u00e9 significativa em situa\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis. A &hellip; <\/p>\n<p><a class=\"more-link btn\" href=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/acoes-de-monitorizacao\/\">Continue a ler<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1338"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1338"}],"version-history":[{"count":117,"href":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1338\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16468,"href":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1338\/revisions\/16468"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1338"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}