{"id":378,"date":"2018-03-08T16:04:28","date_gmt":"2018-03-08T16:04:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/?page_id=378"},"modified":"2023-11-08T00:25:23","modified_gmt":"2023-11-08T00:25:23","slug":"areas-de-intervencao","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/areas-de-intervencao\/","title":{"rendered":"\u00c1reas de Interven\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<h3><\/h3>\n<p>As \u00e1reas de interven\u00e7\u00e3o do projeto\u00a0<strong>Life-Relict\u00a0<\/strong>s\u00e3o em Zonas Especiais de Conserva\u00e7\u00e3o (ZEC) da <a href=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/natura-2000\/\"><span style=\"color: #0000ff;\">Rede Natura 2000<\/span><\/a> portuguesa, sendo elas a ZEC da Serra da Estrela, a ZEC do Complexo do A\u00e7or e a ZEC de Monchique, como ilustra o mapa.<\/p>\n<p>\u00c9 aqui que se encontram as \u00e1reas mais representativas destas comunidades fazendo destas zonas os \u00faltimos ref\u00fagios das rel\u00edquias da Laurissilva Continental.<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a melhor cada \u00e1rea de interven\u00e7\u00e3o mais abaixo.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/AI_PT_Logos.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft wp-image-4359 size-medium\" src=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/AI_PT_Logos-300x165.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"165\" srcset=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/AI_PT_Logos-300x165.jpg 300w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/AI_PT_Logos-768x423.jpg 768w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/AI_PT_Logos-1024x565.jpg 1024w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/AI_PT_Logos.jpg 1625w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h3><span style=\"color: #808000;\"><strong>Zona Especial de Conserva\u00e7\u00e3o da Serra da Estrela\u00a0<\/strong><\/span><\/h3>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><\/h4>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft wp-image-16348 size-medium\" src=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Imagem16-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Imagem16-300x225.jpg 300w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Imagem16.jpg 349w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>A Serra da Estrela situa-se na regi\u00e3o montanhosa do centro-este do pa\u00eds e faz parte de uma vasta cordilheira.\u00a0\u00c9 uma zona de paisagem integrada no Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE), criado em 1976, sendo a maior \u00e1rea protegida em solo portugu\u00eas.\u00a0O PNSE compreende uma sucess\u00e3o de planaltos que se estende desde a Guarda, a nordeste, at\u00e9 aos contrafortes da Serra do A\u00e7or, a sudoeste, no concelho de Seia. Ocupa uma \u00e1rea de m\u00e9dia e alta montanha, que inclui o ponto mais elevado do territ\u00f3rio continental, a 1993 metros de altitude, e onde se observam os melhores testemunhos de uma paisagem glaciar a n\u00edvel nacional.<\/p>\n<p>O car\u00e1cter\u00a0 \u00fanico das zonas mais elevadas da serra e a sua situa\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica determinam um isolamento reprodutor de popula\u00e7\u00f5es de fauna e de flora que conduz \u00e0 diferencia\u00e7\u00e3o em esp\u00e9cies, subesp\u00e9cies e variedades exclusivas. Em consequ\u00eancia, o Conselho da Europa, em 1993, designou uma \u00e1rea de 10 610 hectares como Reserva Biogen\u00e9tica, que representam aproximadamente 12% do total do Parque Natural.\u00a0Refor\u00e7ando a sua import\u00e2ncia internacional para a conserva\u00e7\u00e3o da natureza, foram designados outros instrumentos de ordenamento e gest\u00e3o na \u00e1rea da Serra como o\u00a0S\u00edtio de Import\u00e2ncia Comunit\u00e1ria, proposto para integrar a Rede Natura 2000, em 2000\u00a0 e a\u00a0Zona H\u00famida de Import\u00e2ncia Internacional\u00a0ao abrigo da Conven\u00e7\u00e3o de Ramsar, em 2005.<\/p>\n<p>A Zona Especial de Conserva\u00e7\u00e3o da Serra da Estrela ocupa uma superf\u00edcie de cerca de 88 291 hectares e \u00e9 um territ\u00f3rio situado entre os 400 e os 600m de altitude, com orienta\u00e7\u00e3o preferencial de Oeste-Noroeste, sendo caracterizado por uma orografia definida pela Ribeira de Loriga e marcada por vales encaixados. Os substratos s\u00e3o de origem xistosa e o clima \u00e9 marcado por temperaturas amenas, precipita\u00e7\u00f5es anuais elevadas e a quase aus\u00eancia de geadas. Nesta \u00e1rea ocorrem um total de 32 habitats naturais, cinco dos quais priorit\u00e1rios, que d\u00e3o abrigo a numerosas esp\u00e9cies animais e vegetais cuja conserva\u00e7\u00e3o a n\u00edvel europeu se considera priorit\u00e1ria, como \u00e9 o caso do <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/azereirais\/\">Azereiral<\/a><\/span>, habitat alvo do <strong>Life-Relict<\/strong>. No \u00e2mbito deste projeto, e com o prop\u00f3sito de melhorar substancialmente\u00a0 o estado de conserva\u00e7\u00e3o desta comunidade, ser\u00e3o feitas interven\u00e7\u00f5es no vale de Cabe\u00e7a e Casal do Rei, no sudoeste da Serra da Estrela (Cordilheira Central Ib\u00e9rica), por seres estes os locais mais representativos da comunidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5 style=\"text-align: left;\"><strong>Para mais informa\u00e7\u00f5es sobre como visitar, clique em <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/natural.pt\/protected-areas\/parque-natural-serra-estrela?locale=pt\">Parque Natural da Serra da Estrela<\/a><\/span><\/strong><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #808000;\"><strong>Zona Especial de Conserva\u00e7\u00e3o do <\/strong><strong>Complexo do A\u00e7or\u00a0<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft wp-image-4260 size-medium\" src=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/image_large-2-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/image_large-2-300x225.jpg 300w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/image_large-2.jpg 704w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>O complexo do A\u00e7or situa-se a sudoeste da Serra da Estrela, no centro de Portugal, e \u00e9 composto por quatro \u00e1reas de import\u00e2ncia comunit\u00e1ria distintas, nomeadamente a Mata da Margara\u00e7a, S. Pedro do A\u00e7or, Cebola e Faj\u00e3o.<\/p>\n<p>Este complexo continua a cordilheira onde se encontra a Serra da Estrela e pelas suas carater\u00edsticas pr\u00f3prias compreende cerca de 14 habitat naturais e semi-naturais sendo que dois deles s\u00e3o considerados priorit\u00e1rios para a conserva\u00e7\u00e3o, onde se inclui o habitat 5230* &#8211;\u00a0Comunidades Arborescentes de\u00a0<em>Laurus nobilis,\u00a0<\/em>alvo do projeto <strong>Life-Relict<\/strong>.<\/p>\n<p>Nas Matas da Margara\u00e7a e do Faj\u00e3o, destacam-se as comunidades vegetais de bosques caducif\u00f3lios de car\u00e1ter reliquial, com elevado valor bot\u00e2nico e fitogeogr\u00e1fico. A Margara\u00e7a encontra-se localizada sobre encostas xistosas e o Faj\u00e3o sobre afloramentos quartz\u00edticos de valor geomorfol\u00f3gico e paisag\u00edstico.<\/p>\n<p>A Serra do A\u00e7or \u00e9 ainda classificada como Paisagem Protegida, situa-se no concelho de Arganil, com altitudes que oscilam entre os 400 m e os 1016 m e alberga duas \u00e1reas de especial interesse: a Reserva natural Parcial da Mata da Margara\u00e7a; e a Reserva de Recreio da Fraga da Pena.<\/p>\n<p>No \u00e2mbito do projeto <strong>Life-Relict<\/strong>, as interven\u00e7\u00f5es nesta ZEC ser\u00e3o dirigidas para a Mata da Margara\u00e7a, um territ\u00f3rio com marcada influ\u00eancia temperada, localizado entre os 400 e os 800 m de altitude e com exposi\u00e7\u00e3o predominante de N-NW. Os <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/azereirais\/\">Azereirais<\/a><\/span>\u00a0que ocorrem neste territ\u00f3rio s\u00e3o de extrema import\u00e2ncia, uma vez que este \u00e9 o maior n\u00facleo populacional da esp\u00e9cie em territ\u00f3rio ib\u00e9rico.<\/p>\n<h5 style=\"text-align: left;\"><strong>Para mais informa\u00e7\u00f5es sobre como visitar, clique em<\/strong>\u00a0<strong><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/natural.pt\/protected-areas\/paisagem-protegida-serra-acor?locale=pt\">Paisagem Protegida da<\/a> <a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/natural.pt\/protected-areas\/paisagem-protegida-serra-acor?locale=pt\">Serra do A\u00e7or<\/a><\/span><\/strong><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h4><\/h4>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #808000;\"><strong>Zona Especial de Prote\u00e7\u00e3o de <\/strong><strong>Monchique\u00a0<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft wp-image-4296 size-medium\" src=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/transferir-300x206.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"206\" srcset=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/transferir-300x206.jpg 300w, http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/transferir.jpg 480w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Monchique engloba uma serra com cerca de 902 de altitude sendo a oeste do Algarve, no sul de Portugal. Esta ZEC apresenta condi\u00e7\u00f5es bioclim\u00e1ticas e geol\u00f3gicas espec\u00edficas, nomeadamente no n\u00facleo central da serra de Monchique, com condi\u00e7\u00f5es microclim\u00e1ticas muito particulares, potenciando a disjun\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica. Nesta situa\u00e7\u00e3o ocorrem os <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/adelfeiras\/\">adelfeiras<\/a><\/span> (habitat priorit\u00e1rio 5230* na Diretiva Habitats) sob a forma de matagais altos <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/glossario\/\">perenif\u00f3lios<\/a><\/span>, dominados de forma estreme ou quase por <em>Rhododendron ponticum <\/em>subsp.<em> baeticum<\/em>, um habitat somente observ\u00e1vel em apenas mais uma ZEC no centro do pa\u00eds (ZEC do Cambarinho) e alvo do projeto <strong>Life-Relict<\/strong>.<\/p>\n<p>Na serra de Monchique\u00a0\u00e9 poss\u00edvel observar cerca de\u00a022 habitats naturais ou seminaturais sendo cinco deles priorit\u00e1rios para a conserva\u00e7\u00e3o. Em termos flor\u00edsticos, \u00e9 de salientar a ocorr\u00eancia da subpopula\u00e7\u00e3o serrana do endemismo lusitano <em>Centaurea fraylensis<\/em>, esp\u00e9cie que se distribui por tojais e urzais baixos. \u00c9 tamb\u00e9m um S\u00edtio de ocorr\u00eancia hist\u00f3rica do Lince-ib\u00e9rico (<em>Lynx pardinus<\/em>) e que mant\u00e9m caracter\u00edsticas adequadas para a sua presen\u00e7a.<\/p>\n<p>No \u00e2mbito do <strong>Life-Relict<\/strong>\u00a0, as a\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o ser\u00e3o dirigidas para a preserva\u00e7\u00e3o das <span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/adelfeiras\/\">Adelfeiras<\/a><\/span> existentes no Alto da Foia. O territ\u00f3rio fica localizado na encosta Norte da Serra de Monchique e apresenta uma altitude que varia entre os 700 e os 900 m. Os solos s\u00e3o derivados de rochas plut\u00f3nicas, nomeadamente de sienito e a \u00e1rea sofre uma forte influ\u00eancia oce\u00e2nica (Hiper-oce\u00e2nica), decorrente da proximidade do Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As \u00e1reas de interven\u00e7\u00e3o do projeto\u00a0Life-Relict\u00a0s\u00e3o em Zonas Especiais de Conserva\u00e7\u00e3o (ZEC) da Rede Natura 2000 portuguesa, sendo elas a ZEC da Serra da Estrela, a ZEC do Complexo do A\u00e7or e a ZEC de Monchique, como ilustra o mapa. \u00c9 aqui que se encontram as \u00e1reas mais representativas destas comunidades fazendo destas zonas os &hellip; <\/p>\n<p><a class=\"more-link btn\" href=\"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/areas-de-intervencao\/\">Continue a ler<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/378"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=378"}],"version-history":[{"count":160,"href":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/378\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16510,"href":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/378\/revisions\/16510"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.liferelict.ect.uevora.pt\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=378"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}